Psicoterapia para Crianças
Psicoterapia para crianças com foco em emoções, comportamento, socialização, TDAH, TEA nível 1 e desenvolvimento.
Thayla Peretti - Psicóloga Infantojuvenil e Adultos | TCC, Neuropsicologia e TDAH
Psicoterapia para crianças com foco em emoções, comportamento, socialização, TDAH, TEA nível 1 e desenvolvimento.
As crianças podem demonstrar dificuldades emocionais, comportamentais, escolares e sociais de maneiras diferentes conforme a idade e a fase do desenvolvimento. Medos, frustrações, problemas comportamentais, dificuldades de socialização, desregulação emocional e questões relacionadas ao neurodesenvolvimento estão entre as demandas que acompanho na psicoterapia infantil. Meu atendimento é direcionado a crianças de 3 a 12 anos e considera também os contextos familiar, escolar e social nos quais cada criança está inserida.
Dentro dessa faixa etária, as necessidades podem variar bastante. Uma criança de 3 anos está em uma etapa diferente daquela vivenciada por uma criança de 10 ou 12 anos. Por isso, organizo o acompanhamento considerando a idade, as características individuais, as dificuldades apresentadas e o momento do desenvolvimento.
Minha atuação tem como base a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) e a Psicologia Baseada em Evidências. Além disso, minha formação em Neuropsicologia e especialização em TDAH ampliam meu repertório para compreender demandas relacionadas ao desenvolvimento infantil e aos transtornos do neurodesenvolvimento.
Busco oferecer um atendimento acolhedor, individualizado e sem julgamentos, respeitando a criança para além de sintomas, comportamentos ou diagnósticos.
Na psicoterapia infantil, considero tanto a demanda apresentada quanto a fase de desenvolvimento da criança. Afinal, a maneira de compreender, expressar e lidar com emoções muda ao longo da infância.
Por isso, utilizo recursos adequados à idade e às necessidades de cada paciente. Durante o processo, busco ajudar a criança a desenvolver habilidades emocionais e sociais, ampliar seus recursos para lidar com dificuldades e construir comportamentos mais saudáveis.
Também observo os diferentes contextos dos quais ela participa. Família, escola e relações sociais podem fornecer elementos importantes para compreender como determinadas dificuldades aparecem no cotidiano.
Ao mesmo tempo, evito uma visão que reduza a criança a um problema ou comportamento. Uma dificuldade pode precisar ser compreendida dentro de um conjunto maior de fatores relacionados ao desenvolvimento, às emoções e ao contexto no qual ela acontece.
Na primeira infância, acompanho crianças de 3 a 6 anos que apresentam demandas relacionadas principalmente ao desenvolvimento emocional, comportamental e social.
Nessa etapa, podem aparecer dificuldades de regulação emocional, problemas comportamentais, medos, frustrações e dificuldades de socialização. Além disso, o acompanhamento pode contemplar demandas relacionadas aos transtornos do neurodesenvolvimento.
A idade ocupa um papel importante na compreensão dessas situações. Por isso, considero as particularidades dessa fase e os ambientes nos quais a criança está inserida.
Nesse sentido, família, escola e relações sociais fazem parte do contexto que observo durante o acompanhamento. Essa compreensão ajuda a evitar interpretações isoladas de um comportamento ou dificuldade.
Também considero importante respeitar características próprias da infância. Portanto, minha atuação busca compreender o que a criança apresenta sem patologizar comportamentos simplesmente por serem diferentes ou desafiadores.
Entre os 7 e 12 anos, a vida escolar e as relações sociais passam a ocupar um espaço importante na rotina. Nesse período, acompanho crianças que podem apresentar dificuldades emocionais, comportamentais, escolares ou sociais.
Entre as demandas descritas dentro da minha atuação estão ansiedade, baixa autoestima, desregulação emocional, impulsividade, dificuldades de aprendizagem e adaptação escolar, problemas comportamentais, dificuldades de socialização, medos, frustrações e traumas.
Além disso, algumas crianças podem precisar desenvolver habilidades sociais para lidar melhor com situações presentes em suas relações.
Durante a psicoterapia, procuro compreender como essas dificuldades aparecem no cotidiano e quais pensamentos, emoções e comportamentos estão relacionados a elas. A partir disso, desenvolvo o acompanhamento de maneira individualizada.
Ao mesmo tempo, considero o desenvolvimento progressivo da autonomia. Assim, a criança pode construir recursos emocionais, comportamentais e sociais que façam sentido para sua idade e suas necessidades.
Também acompanho crianças com demandas relacionadas ao Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH). Minha especialização em TDAH, juntamente com minha formação em Neuropsicologia, amplia meu repertório clínico para compreender essas necessidades.
As dificuldades podem envolver atenção, comportamento, regulação emocional, organização da rotina, autonomia, aprendizagem, interação social e adaptação aos diferentes ambientes em que a criança está inserida.
Nesse contexto, procuro compreender a criança de maneira ampla. Isso significa considerar suas dificuldades, características individuais, fase do desenvolvimento e os ambientes dos quais participa.
Além disso, evito reduzir o paciente ao diagnóstico. O TDAH faz parte das informações relevantes para o acompanhamento, porém cada criança possui uma história, necessidades e formas próprias de vivenciar suas experiências.
Por isso, o processo terapêutico permanece individualizado e considera as demandas específicas apresentadas em cada caso.
Meu atendimento infantil também contempla demandas relacionadas ao TEA nível 1 e aos transtornos do neurodesenvolvimento.
Nesses casos, podem aparecer questões relacionadas à interação social, habilidades sociais, comportamento, regulação emocional, autonomia, aprendizagem e adaptação aos diferentes contextos.
Minha formação em Neuropsicologia complementa o olhar clínico para essas demandas. Dessa forma, considero aspectos emocionais, comportamentais e sociais dentro do processo de desenvolvimento da criança.
Ao mesmo tempo, mantenho uma postura cuidadosa em relação a diagnósticos e rótulos. Não considero adequado reduzir uma criança às características associadas a uma condição.
Assim, busco compreender suas particularidades e necessidades para construir um acompanhamento coerente com aquilo que ela apresenta.
Aprender a compreender e lidar com emoções faz parte do desenvolvimento. Contudo, algumas crianças podem apresentar dificuldades importantes nesse processo.
Desregulação emocional, medos e dificuldades para lidar com frustrações estão entre as questões que acompanho na psicoterapia infantil.
Nesses casos, busco ajudar a criança a ampliar a compreensão sobre aquilo que sente e desenvolver recursos adequados à sua idade para lidar com essas experiências.
Além disso, observo como essas emoções aparecem em diferentes contextos. Algumas dificuldades podem se manifestar em casa, na escola ou nas relações sociais, por exemplo.
Com isso, o acompanhamento procura favorecer o desenvolvimento de habilidades emocionais que possam ser utilizadas pela criança também fora do espaço da psicoterapia.
Comportamentos que preocupam pais e responsáveis também podem motivar a procura pela psicoterapia. Entretanto, procuro compreender esses comportamentos dentro do contexto e da fase de desenvolvimento da criança.
Problemas comportamentais e impulsividade estão entre as demandas contempladas no meu trabalho. Nesse sentido, observo os fatores envolvidos e a maneira como pensamentos, emoções e comportamentos se relacionam.
Também considero importante evitar a ideia de que uma criança que apresenta comportamentos difíceis seja simplesmente uma criança problemática. O comportamento precisa ser compreendido dentro da realidade individual, familiar, escolar e social do paciente.
Da mesma forma, não parto de uma lógica de culpabilização da criança ou dos responsáveis. Meu objetivo é compreender a demanda e trabalhar recursos que possam favorecer comportamentos mais funcionais e um desenvolvimento emocional saudável.
A escola ocupa um papel significativo durante a infância. Por isso, dificuldades escolares também podem aparecer associadas a questões emocionais, comportamentais ou sociais.
No atendimento de crianças em idade escolar, acompanho demandas relacionadas às dificuldades de aprendizagem e adaptação escolar, além de questões comportamentais e de socialização.
Nesse contexto, considero importante compreender a criança dentro dos diferentes ambientes que fazem parte de sua rotina. Dessa forma, a escola pode ser um dos contextos considerados na compreensão clínica.
Minha atuação também leva em conta que dificuldades semelhantes podem ter características diferentes de uma criança para outra. Portanto, o acompanhamento parte das necessidades individuais apresentadas em cada situação.
Algumas crianças encontram dificuldades para interagir socialmente ou desenvolver habilidades necessárias para diferentes situações de convivência.
Por isso, dificuldades de socialização e habilidades sociais fazem parte das demandas que acompanho. Essas questões também podem aparecer em crianças com TDAH, TEA nível 1 e outras demandas relacionadas ao neurodesenvolvimento.
Durante o processo, busco desenvolver recursos compatíveis com a idade e as necessidades da criança. Assim, o trabalho pode contemplar aspectos relacionados às interações, emoções e comportamentos presentes nas relações sociais.
Ao mesmo tempo, considero as particularidades de cada paciente. O objetivo não é estabelecer uma única maneira de se comportar, mas desenvolver recursos que favoreçam relações e comportamentos mais saudáveis.
Ansiedade e baixa autoestima também podem aparecer durante a infância, especialmente entre as demandas apresentadas por crianças em idade escolar.
Além disso, meu atendimento contempla crianças que vivenciaram experiências traumáticas. Nesses casos, conduzo o processo considerando a história, o contexto e as necessidades individuais de cada paciente.
A psicoterapia oferece um espaço seguro para trabalhar essas experiências de maneira compatível com a fase do desenvolvimento.
Sobretudo, mantenho uma postura acolhedora e não julgadora. Meu objetivo é compreender a criança para além da dificuldade apresentada e construir um processo que respeite seu ritmo e suas particularidades.
Fundamento meu trabalho na Terapia Cognitivo-Comportamental e na Psicologia Baseada em Evidências.
Na psicoterapia infantil, a condução considera a relação entre pensamentos, emoções e comportamentos. Porém, os recursos utilizados precisam estar adequados à idade e às necessidades da criança.
Além disso, minha formação em Neuropsicologia e especialização em TDAH complementam minha atuação com demandas relacionadas ao desenvolvimento infantil e ao neurodesenvolvimento.
Integro esse conhecimento técnico a uma postura acolhedora, empática e não julgadora. Para mim, cada criança precisa ser compreendida dentro de sua individualidade, e não a partir de fórmulas prontas.
Pais e responsáveis possuem um papel importante na identificação das dificuldades e na busca pelo acompanhamento psicológico.
Além disso, a infância está diretamente relacionada aos contextos nos quais a criança se desenvolve. Por isso, considero a família, a escola e as relações sociais na compreensão das demandas apresentadas.
Minha postura não parte da culpabilização dos responsáveis pelas dificuldades emocionais ou comportamentais da criança. Pelo contrário, busco compreender o contexto de forma cuidadosa e individualizada.
Nesse sentido, o objetivo é favorecer o desenvolvimento da criança e ampliar seus recursos emocionais, comportamentais e sociais.
Ao longo do processo, ética, sigilo e respeito às necessidades de cada paciente orientam minha atuação.
A infância é um período de construção de habilidades que acompanham a pessoa ao longo da vida. Por isso, cuidar da saúde emocional nessa fase pode contribuir para o desenvolvimento progressivo de autonomia, habilidades sociais e recursos para lidar com dificuldades.
Durante a psicoterapia, busco ajudar a criança a compreender suas emoções, desenvolver habilidades sociais, lidar com medos e frustrações e construir comportamentos mais saudáveis.
Além disso, considero importante desenvolver recursos que possam ser utilizados em diferentes situações do cotidiano.
Dessa forma, o acompanhamento contempla as dificuldades atuais e também o desenvolvimento emocional da criança, sempre respeitando sua idade, contexto e individualidade.
Realizo psicoterapia infantil presencial em dois consultórios na Grande Florianópolis.
Estreito, Florianópolis
Rua General Liberato Bittencourt, 1475, Sala 114.
Barreiros, São José
Rua Domingos André Zanini, 277, Sala 506.
As duas localizações oferecem alternativas para pais e responsáveis de acordo com a rotina familiar e escolar.
Também realizo psicoterapia online para brasileiros em qualquer lugar do mundo.
Nesse formato, mantenho uma condução individualizada, baseada nos princípios de ética, sigilo, acolhimento e prática fundamentada em evidências que orientam minha atuação.
A condução do acompanhamento considera as necessidades e particularidades de cada paciente.
Atendo crianças de 3 a 12 anos, considerando as diferentes necessidades que podem surgir ao longo da infância.
Meu trabalho contempla demandas emocionais, comportamentais, escolares e sociais, incluindo regulação emocional, problemas comportamentais, medos, frustrações, traumas, dificuldades de socialização, habilidades sociais e transtornos do neurodesenvolvimento, como TDAH e TEA nível 1.
Minha atuação integra Terapia Cognitivo-Comportamental, Psicologia Baseada em Evidências, formação em Neuropsicologia, especialização em TDAH, escuta ativa, acolhimento, ética e sigilo.
Acima de tudo, busco compreender cada criança dentro de sua história, sua fase de desenvolvimento e seus diferentes contextos. Assim, o acompanhamento pode contribuir para o desenvolvimento de recursos emocionais, comportamentais e sociais de maneira individualizada.
Se seu filho apresenta dificuldades emocionais, comportamentais, escolares ou sociais, entre em contato para conhecer meu atendimento e obter informações sobre a psicoterapia infantil.