O TEA nível 1 está entre as demandas relacionadas ao neurodesenvolvimento que acompanho principalmente no atendimento de crianças e adolescentes. Durante a psicoterapia, considero aspectos emocionais, comportamentais e sociais, bem como dificuldades de interação, desenvolvimento de habilidades sociais, regulação emocional, autonomia e adaptação aos diferentes contextos da vida.
Meu trabalho tem como base a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) e a Psicologia Baseada em Evidências. Além disso, minha formação em Neuropsicologia amplia meu repertório para compreender as particularidades do desenvolvimento e as necessidades apresentadas por cada paciente.
Cada criança ou adolescente possui características próprias. Por isso, não conduzo o acompanhamento a partir de fórmulas prontas ou apenas do diagnóstico. Considero a história, a idade, o momento do desenvolvimento, as dificuldades apresentadas e os contextos familiar, escolar e social.
Busco oferecer um espaço acolhedor, ético e não julgador, no qual cada paciente possa desenvolver recursos de acordo com suas necessidades e possibilidades.
Como funciona a psicoterapia para TEA nível 1?
Durante a psicoterapia, procuro compreender como as dificuldades aparecem no cotidiano da criança ou do adolescente e de que maneira emoções, comportamentos e relações estão envolvidos nessas experiências.
No acompanhamento de pacientes com TEA nível 1, podem estar presentes demandas relacionadas à interação social, habilidades sociais, comportamento, regulação emocional, autonomia, aprendizagem e adaptação a diferentes ambientes.
Nesse sentido, construo o processo de maneira individualizada. Isso significa que os objetivos e os recursos utilizados dependem das necessidades apresentadas pelo paciente e de sua fase de desenvolvimento.
Além disso, no atendimento infantojuvenil, considero os diferentes ambientes dos quais a pessoa participa. Família, escola e relações sociais podem ajudar a compreender como determinadas dificuldades aparecem e quais recursos precisam ser desenvolvidos.
Assim, o diagnóstico faz parte da compreensão clínica, porém não define sozinho a maneira como conduzo a psicoterapia.
TEA nível 1 na infância
Na infância, o acompanhamento precisa respeitar as particularidades de cada etapa do desenvolvimento. Por isso, considero a idade da criança e a maneira como ela compreende, expressa e responde às situações do cotidiano.
Meu atendimento infantil contempla crianças de 3 a 12 anos. Dentro dessa faixa etária, podem surgir demandas relacionadas ao desenvolvimento emocional, comportamental e social, além de dificuldades de regulação emocional, socialização e habilidades sociais.
Quando o TEA nível 1 está presente, procuro compreender essas questões dentro da realidade específica daquela criança.
Uma criança de 4 anos, por exemplo, apresenta necessidades diferentes das de uma criança de 10 anos. Portanto, adapto o acompanhamento à fase do desenvolvimento, ao contexto e às características individuais.
Crianças de 3 a 6 anos com TEA nível 1
Na primeira infância, acompanho demandas relacionadas ao desenvolvimento emocional, comportamental e social.
Nesse período, podem aparecer dificuldades para lidar com emoções, medos, frustrações e situações de interação social. Além disso, questões relacionadas ao comportamento e à adaptação aos diferentes ambientes também podem fazer parte do acompanhamento.
Por isso, considero com atenção o contexto familiar, escolar e social da criança.
Ao mesmo tempo, utilizo recursos compatíveis com sua idade e suas necessidades. O objetivo é favorecer o desenvolvimento de habilidades emocionais e sociais e ampliar recursos para lidar com as situações presentes no cotidiano.
Também mantenho um cuidado importante para não patologizar características próprias da infância. Cada comportamento precisa ser compreendido dentro do desenvolvimento e da realidade daquela criança.
Crianças de 7 a 12 anos com TEA nível 1
Na idade escolar, novas situações sociais, acadêmicas e emocionais passam a fazer parte da rotina da criança.
Nesse período, podem aparecer dificuldades de socialização, habilidades sociais, regulação emocional, aprendizagem, adaptação escolar, comportamento ou autonomia.
Durante a psicoterapia, procuro compreender como essas questões se manifestam nos diferentes contextos. Além disso, observo os pensamentos, emoções e comportamentos relacionados às situações que provocam dificuldades.
A partir disso, trabalhamos recursos adequados às necessidades da criança.
Da mesma forma, considero importante favorecer o desenvolvimento progressivo da autonomia. Assim, a criança pode ampliar suas habilidades para lidar com situações cotidianas dentro de suas possibilidades e de sua fase do desenvolvimento.
TEA nível 1 na adolescência
A adolescência traz mudanças importantes relacionadas à identidade, autonomia, relações sociais, escola, família e tomada de decisões.
Por isso, adolescentes com TEA nível 1 também podem apresentar demandas próprias dessa fase, além das questões relacionadas ao neurodesenvolvimento.
Dificuldades de socialização, conflitos interpessoais, regulação emocional, impulsividade, comportamento, escola e tomada de decisões podem aparecer durante o acompanhamento.
Nesse sentido, procuro compreender o adolescente de forma ampla. Considero suas características, sua história, seus relacionamentos e os ambientes dos quais participa.
Ao mesmo tempo, o desenvolvimento da autonomia ganha maior espaço nessa etapa. Por isso, a psicoterapia pode trabalhar recursos que ajudem o adolescente a compreender melhor suas emoções, comportamentos, relações e escolhas.
Socialização e habilidades sociais
A socialização está entre as áreas que podem fazer parte do acompanhamento de crianças e adolescentes com TEA nível 1.
Alguns pacientes podem apresentar dificuldades nas interações, na compreensão de determinadas situações sociais ou na maneira como se posicionam diante de outras pessoas.
Durante a psicoterapia, procuro compreender essas dificuldades sem estabelecer um único modelo de comportamento social como objetivo.
A partir das necessidades apresentadas, podemos trabalhar habilidades que favoreçam interações mais funcionais e adequadas ao contexto do paciente.
Além disso, considero as emoções e os comportamentos presentes nessas situações. Dessa maneira, o processo busca desenvolver recursos que façam sentido para aquela criança ou adolescente.
Regulação emocional
A regulação emocional também pode fazer parte das demandas trabalhadas no acompanhamento.
Algumas crianças e adolescentes apresentam dificuldades para compreender aquilo que sentem ou para lidar com determinadas emoções, medos e frustrações.
Nesses casos, procuro ajudar o paciente a ampliar a compreensão sobre suas emoções e identificar como reage diante de situações difíceis.
A partir disso, podemos desenvolver recursos compatíveis com sua idade e suas necessidades.
Com o passar do tempo, esse trabalho pode contribuir para uma maior compreensão das próprias reações e para o desenvolvimento de maneiras mais funcionais de lidar com situações do cotidiano.
Comportamento e adaptação aos diferentes ambientes
Determinados comportamentos podem aparecer de maneiras diferentes conforme o ambiente no qual a criança ou o adolescente está inserido.
Por isso, considero importante compreender o que acontece em casa, na escola e nas relações sociais quando esses contextos forem relevantes para a demanda.
Nesse sentido, não observo o comportamento de forma isolada. Procuro compreender os fatores emocionais, sociais e relacionados ao desenvolvimento que podem estar envolvidos.
Além disso, evito reduzir a criança ou o adolescente a um comportamento considerado difícil.
O acompanhamento busca compreender necessidades e desenvolver recursos, mantendo uma postura respeitosa e sem culpabilização do paciente ou da família.
Autonomia e desenvolvimento
O desenvolvimento da autonomia acontece progressivamente ao longo da infância e da adolescência.
Por isso, também considero esse aspecto durante a psicoterapia de pacientes com TEA nível 1.
Na infância, o acompanhamento pode favorecer o desenvolvimento de recursos relacionados à rotina, às interações e à maneira como a criança lida com diferentes situações.
Na adolescência, por sua vez, novas responsabilidades e escolhas podem exigir maior participação do paciente em decisões e situações cotidianas.
Assim, procuro trabalhar a autonomia de maneira compatível com cada fase do desenvolvimento e com as necessidades individuais.
Escola e aprendizagem
A escola ocupa um espaço importante na rotina de crianças e adolescentes. Por isso, questões relacionadas à aprendizagem, adaptação escolar, interação social e comportamento podem aparecer entre as demandas trazidas para a psicoterapia.
Quando essas dificuldades estão presentes, considero o contexto escolar como parte da compreensão do paciente.
Minha formação em Neuropsicologia complementa meu repertório para compreender aspectos cognitivos, emocionais e comportamentais relacionados às demandas atendidas.
Ao mesmo tempo, cada situação precisa ser analisada de forma individualizada. Crianças e adolescentes com o mesmo diagnóstico podem vivenciar a escola de maneiras bastante diferentes.
Dessa forma, busco compreender aquilo que acontece com aquele paciente específico, dentro de sua realidade e de suas necessidades.
TEA nível 1 não define toda a criança ou adolescente
Um diagnóstico pode oferecer informações importantes para compreender determinadas características e necessidades. Porém, ele não resume uma pessoa.
Por isso, não reduzo crianças e adolescentes ao TEA nível 1 ou a qualquer outro diagnóstico.
Cada paciente possui uma história, características, relações, habilidades, dificuldades e formas próprias de vivenciar suas experiências.
Além disso, minha atuação rejeita o estigma relacionado ao TEA e a outros transtornos do neurodesenvolvimento. Também evito a banalização de diagnósticos e o uso de rótulos como explicação automática para todos os comportamentos.
Na prática, procuro compreender cada criança ou adolescente dentro de um contexto mais amplo e desenvolver um acompanhamento coerente com suas necessidades.
TCC, Neuropsicologia e Psicologia Baseada em Evidências
Fundamento minha prática na Terapia Cognitivo-Comportamental e na Psicologia Baseada em Evidências.
A TCC trabalha a relação entre pensamentos, emoções e comportamentos. Por isso, utilizo essa abordagem de forma adaptada à idade e às necessidades de cada paciente.
Além disso, minha formação em Neuropsicologia amplia meu repertório para compreender aspectos cognitivos, emocionais e comportamentais presentes nas demandas relacionadas ao neurodesenvolvimento.
Ao mesmo tempo, considero que o conhecimento técnico precisa estar acompanhado de acolhimento, empatia e respeito.
Dessa forma, procuro integrar ciência, ética, escuta ativa e uma postura não julgadora ao longo de todo o processo terapêutico.
O papel dos pais e responsáveis
Pais e responsáveis costumam ter uma participação importante na identificação das dificuldades e na procura pelo acompanhamento psicológico de crianças e adolescentes.
Por isso, considero o contexto familiar como parte da compreensão das demandas apresentadas.
Da mesma forma, escola e relações sociais podem fornecer informações relevantes quando essas áreas fazem parte das dificuldades observadas.
Meu trabalho, porém, não parte da culpabilização dos pais ou responsáveis. Também não responsabilizo a criança ou o adolescente pelas dificuldades emocionais ou comportamentais que apresenta.
Nesse sentido, busco compreender o contexto e construir um acompanhamento que favoreça o desenvolvimento de recursos e a autonomia progressiva do paciente.
Um acompanhamento que respeita a individualidade
Cada pessoa com TEA nível 1 possui necessidades diferentes. Portanto, não utilizo uma intervenção padronizada como se o mesmo caminho pudesse ser aplicado a todos.
Durante o acompanhamento, considero as dificuldades apresentadas, mas também as características e os recursos de cada paciente.
A individualidade orienta a definição dos objetivos e a forma como conduzo a psicoterapia.
Além disso, procuro criar um espaço seguro para que crianças e adolescentes possam desenvolver habilidades sem julgamentos ou imposições.
Assim, o processo terapêutico busca favorecer desenvolvimento emocional, autonomia, habilidades sociais e recursos para lidar com as situações do cotidiano.
Psicoterapia presencial para TEA nível 1
Realizo atendimentos presenciais em dois consultórios na Grande Florianópolis.
Estreito, Florianópolis
Rua General Liberato Bittencourt, 1475, Sala 114.
Barreiros, São José
Rua Domingos André Zanini, 277, Sala 506.
Dessa forma, pais e responsáveis podem escolher a localização que melhor se adapta à rotina familiar e escolar.
Psicoterapia online
Também realizo psicoterapia online para brasileiros em qualquer lugar do mundo.
Nesse formato, mantenho os princípios de ética, sigilo, acolhimento, individualidade e prática baseada em evidências presentes em meu trabalho.
A condução do acompanhamento considera as necessidades e particularidades de cada paciente.
Conheça meu atendimento para TEA nível 1
Atendo crianças e adolescentes com demandas relacionadas ao TEA nível 1, considerando aspectos emocionais, comportamentais e sociais dentro de cada fase do desenvolvimento.
Meu trabalho pode contemplar questões relacionadas à regulação emocional, socialização, habilidades sociais, comportamento, autonomia, aprendizagem e adaptação aos diferentes ambientes.
Minha atuação integra Terapia Cognitivo-Comportamental, Psicologia Baseada em Evidências, formação em Neuropsicologia, escuta ativa, acolhimento, ética e sigilo.
Acima de tudo, busco compreender cada criança ou adolescente para além do diagnóstico. Dessa forma, o acompanhamento é construído a partir de sua história, suas características, seu contexto e suas necessidades.
Se seu filho apresenta TEA nível 1 e existem dificuldades emocionais, comportamentais ou sociais que precisam de acompanhamento, entre em contato para conhecer meu trabalho e obter informações sobre a psicoterapia presencial ou online.