O TDAH está entre as demandas relacionadas ao neurodesenvolvimento que acompanho principalmente no atendimento de crianças e adolescentes. Durante a psicoterapia, considero aspectos como atenção, comportamento, regulação emocional, organização da rotina, autonomia, aprendizagem, interação social e adaptação aos diferentes ambientes. Minha formação em Neuropsicologia e especialização em TDAH ampliam meu repertório clínico para compreender essas necessidades de maneira individualizada.

Meu trabalho tem como base a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) e a Psicologia Baseada em Evidências. Além disso, procuro compreender cada paciente dentro de sua fase de desenvolvimento, história e contexto familiar, escolar e social.

Por isso, o acompanhamento não parte apenas das dificuldades apresentadas. Também considero as particularidades, os recursos e as necessidades de cada criança ou adolescente para construir um processo terapêutico coerente com sua realidade.

Realizo atendimentos presenciais no Estreito, em Florianópolis, e em Barreiros, São José. Também ofereço psicoterapia online para brasileiros em qualquer lugar do mundo.

Como funciona a psicoterapia para TDAH?

Na psicoterapia, procuro compreender como as dificuldades presentes no cotidiano aparecem nos pensamentos, emoções e comportamentos do paciente.

No caso de crianças e adolescentes com TDAH, essas questões podem envolver diferentes áreas. Entre elas estão comportamento, regulação emocional, organização da rotina, autonomia, aprendizagem e interação social.

Por isso, cada acompanhamento é individualizado. Uma criança pode apresentar necessidades diferentes das de outra criança com o mesmo diagnóstico. Da mesma forma, as demandas de um adolescente podem mudar conforme sua fase de desenvolvimento e os contextos nos quais está inserido.

Minha atuação busca compreender essas diferenças e trabalhar recursos adequados às necessidades identificadas durante o acompanhamento.

Ao mesmo tempo, mantenho uma postura acolhedora e não julgadora. O objetivo é construir um espaço no qual o paciente possa desenvolver habilidades e compreender melhor suas dificuldades sem ser reduzido a um diagnóstico ou comportamento.

TDAH na infância

Na infância, acompanho crianças de 3 a 12 anos com demandas relacionadas ao TDAH e a outros aspectos do neurodesenvolvimento.

Dependendo da criança, podem aparecer dificuldades relacionadas à atenção, comportamento, regulação emocional, rotina, autonomia, aprendizagem, interação social ou adaptação aos diferentes ambientes.

Nesse sentido, considero a fase do desenvolvimento como parte importante do acompanhamento. Afinal, as necessidades de uma criança pequena podem ser bastante diferentes daquelas apresentadas por uma criança em idade escolar.

Também observo os contextos nos quais essas dificuldades aparecem. Família, escola e relações sociais podem fazer parte da compreensão daquilo que a criança vivencia.

Dessa forma, o acompanhamento busca olhar para o desenvolvimento infantil de maneira mais ampla, respeitando as características e necessidades individuais de cada paciente.

TDAH em crianças de 3 a 6 anos

Na primeira infância, acompanho crianças de 3 a 6 anos que apresentam demandas emocionais, comportamentais e sociais, incluindo questões relacionadas aos transtornos do neurodesenvolvimento.

Nessa fase, considero especialmente as particularidades do desenvolvimento e os contextos familiar, escolar e social.

Além disso, procuro evitar interpretações que transformem automaticamente comportamentos difíceis em rótulos. A infância possui características próprias e, por isso, cada situação precisa ser compreendida com cuidado.

Quando o TDAH está presente entre as demandas do acompanhamento, observo as necessidades específicas daquela criança. A partir disso, trabalho recursos adequados à idade e ao momento do desenvolvimento.

TDAH em crianças de 7 a 12 anos

Entre os 7 e 12 anos, questões escolares e sociais podem ocupar um espaço maior na rotina da criança.

Nesse período, meu atendimento contempla dificuldades relacionadas à regulação emocional, impulsividade, aprendizagem, adaptação escolar, comportamento e socialização. Algumas dessas questões também podem estar presentes nas demandas de crianças com TDAH.

Por isso, procuro compreender como a criança funciona em diferentes situações. Escola, rotina familiar e relações sociais podem trazer informações importantes para o processo terapêutico.

Além disso, trabalho o desenvolvimento progressivo da autonomia e de habilidades emocionais e sociais.

Com isso, a psicoterapia pode ajudar a criança a construir recursos para lidar com dificuldades de maneira mais compatível com sua fase de desenvolvimento.

TDAH na adolescência

Também acompanho adolescentes de 13 a 18 anos. Nessa fase, o processo de amadurecimento emocional, construção da identidade e desenvolvimento de autonomia traz necessidades próprias.

Adolescentes podem apresentar dificuldades relacionadas à regulação emocional, impulsividade, escola, socialização, conflitos e tomada de decisões. Por isso, considero essas questões dentro do contexto mais amplo de cada paciente.

Quando o TDAH faz parte da realidade do adolescente, procuro compreender como suas características e dificuldades aparecem nos diferentes ambientes dos quais participa.

Ao mesmo tempo, o desenvolvimento da autonomia ganha importância. Nesse sentido, a psicoterapia pode contribuir para que o adolescente compreenda melhor seus pensamentos, emoções e comportamentos e desenvolva recursos para lidar com as situações do cotidiano.

Regulação emocional e TDAH

A regulação emocional está entre as demandas que podem aparecer no acompanhamento de crianças e adolescentes com TDAH.

Durante a psicoterapia, procuro ajudar o paciente a compreender melhor suas emoções e as respostas comportamentais relacionadas a elas.

A partir disso, podemos trabalhar recursos para lidar com situações que provocam frustração, medo, conflitos ou outras dificuldades emocionais.

Além disso, considero a idade e o nível de desenvolvimento do paciente para adaptar a condução do processo.

Dessa forma, o desenvolvimento emocional acontece de maneira progressiva e respeita as necessidades individuais de cada criança ou adolescente.

Impulsividade e comportamento

A impulsividade e as dificuldades comportamentais também podem estar presentes entre as demandas do acompanhamento.

Nesse contexto, busco compreender os comportamentos dentro da realidade de cada paciente. Afinal, observar apenas uma reação isolada pode deixar de lado aspectos emocionais, sociais, familiares ou escolares importantes.

Por isso, procuro identificar junto ao paciente os padrões relacionados às dificuldades vivenciadas e trabalhar maneiras mais funcionais de lidar com determinadas situações.

Também considero essencial evitar a ideia de que uma criança com comportamentos difíceis seja simplesmente uma criança problemática. Minha atuação parte de uma compreensão individualizada e respeitosa do desenvolvimento infantil.

Da mesma forma, não trabalho com culpabilização da criança, do adolescente ou dos responsáveis diante das dificuldades apresentadas.

TDAH e dificuldades escolares

As dificuldades escolares também podem aparecer entre as demandas de crianças e adolescentes acompanhados na psicoterapia.

No caso das crianças com TDAH, o briefing da minha atuação contempla questões relacionadas à aprendizagem e à adaptação aos diferentes ambientes.

Por isso, a escola pode fazer parte do contexto considerado durante o acompanhamento. Além do desempenho escolar, observo aspectos emocionais, comportamentais e sociais que possam estar envolvidos nas dificuldades apresentadas.

Minha formação em Neuropsicologia complementa esse olhar clínico. Dessa forma, consigo considerar diferentes aspectos envolvidos nas demandas cognitivas, emocionais e comportamentais dentro dos limites da minha atuação psicoterapêutica.

Ao mesmo tempo, mantenho o foco na individualidade. Crianças e adolescentes podem vivenciar dificuldades escolares de maneiras bastante diferentes, mesmo quando existe um diagnóstico em comum.

Organização da rotina e autonomia

Organização da rotina e autonomia estão entre as áreas que podem apresentar dificuldades em crianças com TDAH.

Durante o acompanhamento, procuro compreender como essas questões aparecem na vida cotidiana e quais recursos podem ser desenvolvidos de acordo com a idade e as necessidades do paciente.

Na infância, a autonomia é construída progressivamente. Por isso, o trabalho precisa respeitar aquilo que a criança já consegue realizar e os recursos que ainda está desenvolvendo.

Na adolescência, por sua vez, novas responsabilidades e decisões podem ampliar a necessidade de trabalhar autonomia.

Assim, a psicoterapia pode contribuir para o desenvolvimento gradual de habilidades relacionadas à organização, às escolhas e à maneira como o paciente lida com suas dificuldades.

Socialização e habilidades sociais

Algumas crianças e adolescentes com demandas relacionadas ao neurodesenvolvimento também podem apresentar dificuldades na interação social.

Por isso, socialização e desenvolvimento de habilidades sociais fazem parte das áreas contempladas no meu atendimento infantojuvenil.

Durante a psicoterapia, procuro compreender como o paciente percebe e vivencia essas interações. Além disso, considero pensamentos, emoções e comportamentos que possam estar associados às dificuldades apresentadas.

A partir dessa compreensão, o processo pode trabalhar recursos sociais compatíveis com as necessidades individuais.

Sobretudo, respeito as particularidades de cada paciente. O acompanhamento não busca estabelecer uma única forma considerada correta de se relacionar, mas favorecer recursos que contribuam para interações mais funcionais e para o bem-estar.

O TDAH não resume a criança ou o adolescente

Um dos princípios que orientam meu trabalho é compreender o paciente para além de sintomas, comportamentos ou diagnósticos.

Por isso, evito reduzir uma criança ou adolescente ao TDAH. Cada pessoa possui características, necessidades, dificuldades, recursos, relações e uma história que também precisam fazer parte da compreensão clínica.

Além disso, minha atuação rejeita o estigma relacionado ao TDAH e a outros transtornos do neurodesenvolvimento, bem como a banalização de diagnósticos e rótulos de saúde mental.

Na prática, isso significa olhar para o diagnóstico dentro de um contexto mais amplo. A psicoterapia considera aquilo que interfere no cotidiano do paciente e os recursos que podem ser desenvolvidos ao longo do acompanhamento.

Dessa maneira, busco manter uma atuação técnica, cuidadosa e individualizada.

TCC, Neuropsicologia e especialização em TDAH

Minha prática clínica tem como base a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) e a Psicologia Baseada em Evidências.

Além disso, minha formação em Neuropsicologia e minha especialização em TDAH ampliam meu repertório para compreender aspectos cognitivos, emocionais e comportamentais envolvidos nas demandas que acompanho.

A TCC trabalha a relação entre pensamentos, emoções e comportamentos. Por isso, utilizo essa abordagem para ajudar o paciente a compreender padrões presentes em suas dificuldades e desenvolver novos recursos.

Ao mesmo tempo, adapto a condução de acordo com a fase de desenvolvimento e as necessidades de cada pessoa.

Para mim, conhecimento técnico e acolhimento fazem parte do mesmo cuidado. Assim, procuro integrar ciência, ética, escuta ativa, empatia e uma postura não julgadora durante todo o acompanhamento.

A participação dos pais e responsáveis

No atendimento de crianças e adolescentes, pais e responsáveis frequentemente participam da identificação das dificuldades e da busca pela psicoterapia.

Por isso, considero a família como um dos contextos importantes para compreender as demandas da criança ou do adolescente.

Também reconheço a relevância do ambiente escolar e das relações sociais, especialmente porque determinadas dificuldades podem aparecer de formas diferentes conforme a situação.

Meu trabalho, porém, não parte da culpabilização da família diante das dificuldades emocionais ou comportamentais. Busco compreender o contexto e as necessidades envolvidas para conduzir o acompanhamento de maneira responsável.

Ao mesmo tempo, o desenvolvimento progressivo da autonomia da criança ou do adolescente permanece entre os objetivos do cuidado.

Psicoterapia presencial para TDAH

Realizo atendimentos presenciais em dois consultórios na Grande Florianópolis.

Estreito, Florianópolis
Rua General Liberato Bittencourt, 1475, Sala 114.

Barreiros, São José
Rua Domingos André Zanini, 277, Sala 506.

As duas localizações permitem alternativas de atendimento de acordo com a rotina do paciente e da família. Além disso, a localização dos consultórios pode facilitar a organização da rotina familiar e escolar no atendimento infantojuvenil.

Psicoterapia online

Também realizo psicoterapia online para brasileiros em qualquer lugar do mundo.

Nesse formato, mantenho os princípios de ética, sigilo, acolhimento, acompanhamento individualizado e prática baseada em evidências que orientam meu trabalho.

A condução da psicoterapia considera as características, necessidades e particularidades de cada paciente.

Conheça meu atendimento para TDAH

Minha especialização em TDAH faz parte de uma atuação que integra Terapia Cognitivo-Comportamental, Psicologia Baseada em Evidências e formação em Neuropsicologia. Esse repertório complementa meu trabalho principalmente com crianças e adolescentes que apresentam demandas relacionadas ao neurodesenvolvimento.

Durante o acompanhamento, posso trabalhar questões emocionais, comportamentais, escolares e sociais compatíveis com minha atuação, incluindo regulação emocional, organização da rotina, autonomia, dificuldades de socialização e habilidades sociais.

Acima de tudo, considero cada paciente de maneira individualizada. O diagnóstico faz parte da compreensão clínica, enquanto a história, o desenvolvimento e os diferentes contextos ajudam a construir uma visão mais ampla sobre suas necessidades.

Se seu filho apresenta TDAH e existem dificuldades emocionais, comportamentais, escolares ou sociais que precisam de acompanhamento, entre em contato para conhecer meu trabalho e obter informações sobre a psicoterapia presencial ou online.